sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Campanha WWF pelo Meio Ambiente

Esse vídeo foi lançado na campanha da WWF (World Wildlife Foundation) em 2007, todavia o tema ainda é latente. Hoje, mais do que nunca, devemos parar e repensar nossas atitudes. Aprender a desaprender para aprender a reaprender. Parece complicado né?! Mas é mais simples do que você imagina! Sem esquecer que, uma hora, tudo que estamos fazendo vai voltar para nós. Seja em forma de tempestades, secas, enchentes, ou outras reações da natureza com as quais não estávamos acostumados até então. Mas, ainda há tempo...

Planta da semana: PATA DE VACA

DESCRIÇÃO: Espécie nativa do Sul do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, ocorrendo nos bordos das matas. Arbusto ou árvore de até 6m de altura.

Boa para produção de sombra e sempre tem mais flores em temperatura tropical e com muito sol. Tem muito na Amazônia e a usam para fins medicinais, no tratamento de diabetes, como insulina vegetal, diurética e purgativa.


Tem a capacidade de tirar o excesso de glicose da corrente sanguínea e o chá já é muito usada no controle de diabetes mesmo sem comprovação médica. Já existem estudos científicos para apurar suas propriedades e benefícios.

Usada também para problemas no fígado, intestinos e estômago, rins, diarréias, impedindo o aparecimento de açúcar na urina, insuficiência urinária, prisão de ventre, nos casos de poliúria ou urina solta.

Planta da semana: QUEBRA-PEDRA


QUEBRA-PEDRA (Phyllanthus niruri L.)

Nomes vulgares: erva-pombinha, arrebenta-pedra, quebra-pedra-branca e saxifraga.

Folhas: compostos fenólicos, vitamina C, ligninas, triterpenóides.

Raízes: esteróide estradiol.

Ação: diurética, antibacteriana, hipoglicemiante, antiespamódica, hepatoprotetora, anticancerígena, litolítica, colagoga.

Propriedades: em estudos realizados em cultura de hepatócitos, algumas substâncias (encontradas principalmente na parte aérea) mostraram ação protetora contra substâncias citotóxicas.

Em ensaios especiais, mostrou-se que é ativo contra o vírus da hepatite B. Possui a virtude de dissolver cálculos renais, impedindo a contração do ureter e promovendo sua desobstrução.

Indicações: eliminação de cálculos renais, nefrites, cistites, pielites, hepatite do tipo "B" e hidropisia.

Contra indicações: gravidez (efeito abortivo).

Fruta: INGÁ


O Ingá, fruto da Ingazeira, é muito procurado pela fauna e pelo homem por suas sementes envolvidas por uma polpa branca e adocicada.

Ingá é um nome de origem indígena, - que significa "embebido, empapado, ensopado", devido talvez à consistência de sua polpa aquosa que envolve as sementes.

Costuma apresentar floração mais de uma vez por ano. São conhecidas cerca de 300 espécies do gênero Inga.

Em geral, os ingás preferem nascer às margens dos rios, devido à grande quantidade de sementes levadas e depositadas nas várzeas pelas enchentes.


Todas as espécies de ingá produzem frutos em vagens, que podem atingir até mais 1 m de comprimento, dependendo da espécie, mas no geral, a maioria das espécies possuem frutos com até cerca de 10 – 30 cm de comprimento.

A polpa que envolve as sementes, denominada em termos corretos de sarcotesta é branca, levemente fibrosa e adocicada, bastante rica em sais minerais, e é consumida ao natural.

Também é usada na medicina caseira, sendo útil no tratamento da bronquite (xarope) e como cicatrizante (chá).

A árvore pode chegar a uma altura de 15 metros, é muito utilizada para sombreamento dos cafezais. A planta prefere solos arenosos perto de rios.

Com flores de coloração branco-esverdeada, a ingazeira frutifica praticamente em todo o ano.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

PARABÉNS PELOS 5 MIL ACESSOS


Para nós da Equipe Verde Natural, que tivemos o prazer de um dia fazer parte da Onda Verde, é motivo de comemoração os 5 mil acessos conquistados pelo blog.

Fica aqui a nossa homenagem à Maíra Rabassa e sua equipe pelo excelente trabalho realizado. Pois, para nós, o Onda Verde é uma referência no campo da comunicação ambiental.

Isto, tanto para a Equipe Verde Natural, como para o Onda Verde, deve ser motivo de reflexão, pois demonstra o interesse dos leitores e internautas pela causa ambiental.

Lembramos aos companheiros do Onda Verde que estaremos Sempre Alerta Para Fazer o Melhor Possível pela causa ambiental. Contem conosco!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Energia elétrica a partir de dejetos suínos

foto de uma pocilga

Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável.

Um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes.

Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais.

cimm.com