quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Reflorestamentos previstos com espécies nativas podem ficar no papel por falta de mudas


PODE FALTAR ÁRVORE PARA TANTOS REFLORESTAMENTOS PREVISTOS NOS PRÓXIMOS ANOS?

Com potencial de movimentar bilhões de reais, gerar milhares de empregos "verdes" e compensar a emissão de toneladas de CO2, reflorestamentos previstos nos próximos anos com espécies nativas podem ficar no papel por falta de mudas.

Segundo especialistas, os principais fatores indicativos de que haverá elevação significativa na demanda por mudas de espécies nativas com fins comerciais de reflorestamento são:

  • iniciativas e acordos crescentes de compensação de emissão de gases de efeito estufa;
  • compensações ambientais por conta de vegetação suprimida por grandes empreendimentos do setor de construção civil, que deve ser reaquecido em 2010 - e que mesmo em 2009 teve expansão no setor voltado para as camadas de menor poder aquisitivo com o Projeto “Minha Casa, Minha Vida”;
  • outras compensações em nível setorial (siderurgia, térmicas a carvão e outros setores, cujas emissões deverão ser, por via de lei, compensadas com o plantio de florestas, além da contrapartida necessária pela expansão de plantios homogêneos);
  • necessidade de recomposição de áreas de reserva legal e de preservação permanente;
  • demandas geradas para regeneração do desmatamento no país; e a revisão, em curso, do Código Florestal, que, mais cedo ou mais tarde, obrigará os produtores rurais a reflorestar, com espécies nativas, uma determinada área de suas propriedades.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Critérios de sustentabilidade são incorporados às licitações do governo federal

A aquisição de bens e a contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal terão que seguir critérios de sustentabilidade.

O ministério do Meio Ambiente participou da elaboração da Instrução Normativa do Ministério do Planejamento, publicada nesta terça-feira (26), no Diário Oficial da União, que define as regras das compras governamentais sustentáveis que envolvem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.

De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.


Fonte: MMA

Policiais ambientais quebram calçada para resgatar jacaré em SC

Um jacaré com aproximadamente 1,5 metro mobilizou uma equipe da Polícia Ambiental, em Florianópolis (SC). Ele ficou preso na rede pluvial e foi preciso muita habilidade para libertar o animal.

Para retirar o jacaré da tubulação, os policiais ambientais precisaram quebrar a calçada. O trabalho durou cerca de 40 minutos.

Depois de ser capturado, o jacaré foi avaliado por um técnico e solto em um manguezal.

Fonte: G1

Programas de “car pool” chegam ao Brasil


Os programas de car pool, aqueles que ajudam as pessoas a conseguir carona por meio de compartilhamento de carro, economizando emissões de carbono que vão parar na atmosfera, já estão sendo praticados pelo mundo há certo tempo, e finalmente chegam ao Brasil.

Um dos organizadores destes programas aqui é o site
Carona Brasil que funciona como um portal que cruza as informações de seus usuários, possibilitando que pessoas que fazem a mesma rota possam dividir um veículo.

A grande novidade deste portal é que também há possibilidade de outros tipos de transporte como táxi, bicicleta e até mesmo helicóptero.

Primeiro o usuário precisa se cadastrar no site e após isso pode começar a pedir ou oferecer carona. Por exemplo, se você quiser dividir um táxi com alguém, é só avisar no site para onde você está indo e, possivelmente, encontrará alguém para dividir a corrida.

Há também programas para escolas (para organizar e dividir as caronas entre os pais), universidades e empresas.

Há um programa VIP para quem voa de helicóptero. Agora, o site está desenvolvendo uma ferramenta para que ciclistas de primeira viagem consigam companhias mais experientes para se aventurar pelas ruas da cidade.

Fonte: Portal Ambiente Brasil

Empresa interditada em Içara por crime ambiental


Com serviço de fiscalização intensificado pela Administração Municipal de Içara a secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária interditaram na tarde desta terça-feira, 19, uma empresa no bairro Liri.

De acordo com a fiscalização, a empresa não possuia tratamento de efluentes, a licença ambiental estava vencida desde 2003 e as condições de trabalho eram insalubres.

Participaram da vistoria, acionados pela VISA do município, Policia Ambiental de Maracajá e o Centro de Referencia em Saúde do Trabalhador Macro Regional de Criciúma (CEREST).

O problema segundo o fiscal sanitário que fez a autuação, Clair da Silva, os problemas foram descobertos depois da denúncia de foco do Mosquito da Dengue, na última semana.

“Quando fomos vistoriar o local constatamos irregularidades que nos levaram a acionar outros órgãos. Se não bastasse às condições físicas precárias, o proprietário teve o estabelecimento fechado por problemas ambientais e por falta de condições de trabalho para os 36 funcionários”, explicou o Fiscal acrescentando que câmeras monitoram todo o trabalho dos funcionário o que não é permitido por lei.

Para que a empresa retome suas atividades é necessário que a licença ambiental seja renovada e todos os outros pontos elencados em relatório sejam adequados às normas legais.


Fonte: Assessoria de Imprensa PMI

Mais peixes mortos encontrados na Lagoa dos Esteves


No último dia 20, os moradores que residem próximos à Lagoa dos Esteves foram surpreendidos por alguns peixes mortos à beira da água. Eles contataram a Polícia Ambiental e a Fundação do Meio Ambiente de Içara (Fundai).

Nem deu tempo de os órgãos obterem os resultados e mais peixes foram encontrados mortos, ainda nesta semana, em toda a lagoa.

O que chama a atenção dos ambientalistas é o fato de todos esses peixes pertencerem à mesma espécie, a Cará.

O biólogo da Fundai, Ricardo Garcia, adiantou um resultado preliminar. “Constatamos um alto índice de pH, superior ao normal”, revela Garcia. “Além disso, ficou comprovado que a temperatura da água era de 30°, o que pode ter provocado a falta de oxigênio dos peixes”, completa o biólogo.

Texto: Kelley Alves - Jornal A Cidade
Foto: Divulgação da Fundai