quarta-feira, 27 de julho de 2011

Já pensou em criar serpentes "em casa" ?







É muito mais fácil do que você imagina. Basta coragem, tempo, dedicação, assistência técnica, todos os registros legais necessários e contar dinheiro...

Já imaginou algo que possa valer entre R$ 300 e R$ 7.000 a grama? O ouro vale, em média, R$ 72 e é de difícil obtenção na natureza, enquanto o veneno de cobra é extraído DIARIAMENTE!

Cada serpente produz uma razoável quantidade de veneno, dependendo da espécie, a cada 24h.

Talvez até comparável à ordenha leiteira, porque assim como na ordenha, com o passar do tempo os animais se habituam.





Viu como é relativamente "simples", basta paciência, conhecimento e muita técnica.




Comem pouco, em média um camundongo, um pintinho ou um hamster a cada dois / três dias, embora a alimentação delas deve ser produzida no próprio serpentário com alto padrão de sanidade animal, pois mesmo sendo um animal resistente, sujeito a poucas doenças, ainda assim pode ser acometido por algum mal decorrente do alimento que lhe for apresentado. É característica obrigatória das serpentes alimentar-se com animais vivos.

Interessou? Quer saber mais? Clique AQUI e AQUI.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Que pena...está em rápida extinção

É uma pena que um felino deste porte esteja em rápida extinção.

Originário do norte da Índia e da Sibéria, por incrível que pareça, ainda é alvo de caçadores e sua pele comercializada de maneira furtiva.

Países como Rússia, Índia e China aplicam severas penas aos caçadores. E que sejam mais severas a cada dia que passa, pois restam apenas 250 exemplares em todo o mundo, incluindo os que estão em cativeiro.

Vários zoológicos, ONG's especializadas e centros de reprodução animal pelo mundo afora estão desenvolvendo um árduo trabalho de manutenção da espécie e reprodução assistida. Tendo como objetivo a reintrodução do Tigre Branco Siberiano no seu habitat natural.

Agora aproveite essas imagem e reflita a respeito.











Um bom final de semana a todos!


Semana que vem não perca.......que tal criar serpentes "em casa"?





terça-feira, 18 de maio de 2010

PROFISSÕES VERDES PARA O FUTURO


Amigo leitor, definitivamente estamos no caminho certo quando debatemos a questão ambiental, tanto os seus problemas, quanto seus benefícios.

Hoje, indiscutivelmente, o tema MEIO AMBIENTE é uma realidade mundial. Em consequência disso, surge pelo planeta afora, incluindo o Brasil (um dos países mais adiantados nesta questão), oportunidades no mercado de trabalho para empresas, de pequeno, médio e grande porte, profissionais a serem formados nas mais variadas áreas e ao trabalhador em geral.

Haja visto o exemplo da Petrobrás, que em 2003, apesar do seu gigantismo, tinha apenas 89 funcionários empregados em profissões verdes. Atualmente, num crescendo, a empresa trabalha com cerca de 1400 profissionais, entre analistas ambientais, engenheiros agrônomos e de meio ambiente.

Em Içara, município devastado ambientalmente pelo plantio de fumo, por incrível que pareça, a maioria das empresas fumageiras possuem departamento de meio ambiente. Francamente, não sabemos para quê!

Se existe alguma ação voltada para o meio ambiente, é mínima, lenta e quase imperceptível. Está na hora de tomarmos consciência e assumirmos o nosso papel como comunidade e enxergarmos as oportunidades que as profissões verdes poderão gerar para todos os setores da economia e da sociedade como um todo. Os nossos jovens merecem esta oportunidade!

Em estudo divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), no Brasil, em 2008, os empregos ditos "verdes", somavam 6.73% do total de postos de trabalho formais no país. O que representa cerca de 2.6 milhões de empregos nesta área no país. Fonte: Diário Catarinense

ALGUNS EXEMPLOS DE EMPREGOS VERDES PARA O FUTURO

-Manejo florestal sustentável
-Agrofloresta
-Agricultura orgânica
-Equipamentos e aparelhos eficientes
-Atividades agrícolas sustentáveis de pequena escala
-Energias renováveis
-Reciclagem
-Transporte público e ferroviário com qualidade ambiental

Fonte: Empregos Verdes - Trabalho decente em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono, PNUMA/OIT/OE/OIE/CSI, setembro de 2008

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pré-sal pode ser um altíssimo risco ambiental

Baseado no devastador vazamento de petróleo no Golfo do México, Estados Unidos, onde a mancha de petróleo no mar já tem a dimensão de Porto Rico, deveríamos repensar o custo-benefício da exploração do petróleo em águas profundas.

Nós catarinenses brigamos pelo direito de ter acesso ao pré-sal, imaginando que tudo não passa de uma extração simples e comum do óleo.

O que assombra os americanos é a impotência tecnológica para conter o violentíssimo vazamento de cerca de um milhão de litros de óleo por dia.

Técnicos afirmam que a contenção do vazamento poderá levar até três meses! É inimaginável o impacto ambiental decorrente desse desastre. Haverá reflexos no ecossistema marinho da América do Sul, devido às correntes marítimas e ao vento.

Portanto, cabe à Petrobrás, à sociedade brasileira, aos órgãos ambientais e técnicos tomarem todo o cuidado com a tecnologia utilizada na exploração do pré-sal, para que catástrofe semelhante não aconteça ao sul do equador.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Índios do Xingu temem pelo futuro com construção de Belo Monte

Belo Monte fica no Pará, a 940 quilômetros de Belém, e há mais de 30 anos está no noticiário. Tudo por causa da intenção do governo de construir ali a terceira maior hidrelétrica do mundo.

Esta semana, em meio a uma batalha judicial que ainda não acabou, o leilão para a construção da usina foi, enfim, realizado.

É na Volta Grande do Xingu que será construída uma obra gigantesca. A barragem da usina de Belo Monte vai passar exatamente num trecho do rio com muitas ilhas mais montanhosas, o que vai ajudar no represamento das águas. Só que a energia só vai ser gerada a 50 quilômetros da barragem.

A água vai ser desviada por imensos canais, de 250 metros de largura. Eles vão alimentar um lago, inundando 516 quilômetros quadrados de terra.
É de um reservatório que sairá a água para rodar as turbinas da terceira maior usina do mundo.

Só que esse desvio das águas vai reduzir a vazão em cem quilômetros do rio, quase toda a Volta Grande do Xingu. Em época das chuvas, a água avança pra dentro da mata.

Na aldeia dos índios araras da Volta Grande, no limite das fazendas, já houve miscigenação e os moradores português. Esta semana, eles ainda estavam sob o impacto da notícia do leilão que decidiu o consórcio que vai construir a usina.

É que os araras vivem bem na curva da Volta Grande do Xingu, o pedaço do rio que vai ter a vazão controlada. Depois de construída a represa, o Xingu não vai ter nem cheia, nem seca.

Vai correr sempre no mesmo nível. O que os Araras temem é que o rio seque, a água fique quente demais e mate os peixes, que são a fonte da vida na aldeia.


Fonte: TV Canal 13

Que nos sirva de exemplo

Para nós em Içara que temos dois rios como limites do município, fica aqui o exemplo do que foi realizado no Rio dos Peixes, meio-oeste catarinense.

O sucesso dessa operação só foi possível quando houve a conscientização de todos a respeito da importância do rio para a região.

O que aconteceu foi um engajamento geral da população, escolas, universidades, Prefeituras e Câmaras de Vereadores, Ministério Público, imprensa e outras forças vivas presentes nos municípios por onde o rio passa.

Seria plenamente possível realizar-se por aqui algo parecido, envolvendo tanto as comunidades ao sul de Içara, banhadas pelo Rio Araranguá, como ao norte, com as comunidades banhadas pelo Rio Urussanga.

Mas conforme vimos na reportagem anterior, isso só acontecerá com o despertar de um envolvimento total com a causa da verdadeira recuperação desses dois rios. Hoje, timidamente alguma coisa está sendo feita, o que já é um bom começo. Portanto, vamos à luta!

Enfim, Rio do Peixe está para os peixes

Sessenta profissionais monitoram o leito do gigante do Meio-Oeste


Preservar o Rio do Peixe, o maior do Meio-Oeste do Estado, é tarefa diária de pesquisadores, biólogos, químicos, veterinários e outras pessoas preocupadas com a natureza. As águas do gigante banham 14 cidades da região.

Tamanho empenho resultou em águas mais limpas e o ressurgimento de peixes em boa parte dos 293 quilômetros de extensão.

Na década de 1980, a falta de políticas ambientais, o descaso de moradores e a despreocupação de empresas privadas em manter a qualidade da água rendeu ao Rio do Peixe o título de rio morto. Pesquisadores lembram que era mais fácil encontrar um sofá boiando do que um peixe vivo.

O despertar ecológico começou quase 10 anos depois, com a intensificação da fiscalização e a aprovação de leis mais rigorosas. A preservação do rio virou assunto acadêmico e passou a orientar o trabalho de pesquisadores em escolas, universidades, comitês e ONGs.

Atualmente, conforme o coordenador do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio do Peixe, Joviles Trevisol, o assunto é preferência entre os estudantes da região.

– Depois que as pessoas passaram a se interessar pelo rio em assuntos dentro e fora da sala de aula, começou o trabalho de preservação – conta o pesquisador.


Grupo faz estudos para cobrar plano de melhoria

Manter a qualidade das águas é uma das tarefas do comitê. Participam do projeto 60 pesquisadores, que fazem expedições ao longo do rio. O objetivo é coletar dados para orientar a criação de políticas públicas que aliem o desenvolvimento à preservação ambiental.

O título de rio morto está prestes a ser esquecido, avalia o veterinário da Empresa de Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina (Epagri) Clóvis Segalin. Em expedições, ele e outros pesquisadores descobriram a existência de 58 espécies nas águas do Rio do Peixe.

– Temos de comemorar, porque houve épocas em que não havia sequer um peixe vivo por essas águas. Além disso, o peixe é um bioindicador, o que sinaliza uma qualidade de água satisfatória.

A proibição de pescas com rede, a criação de escadas que facilitam a reprodução e a preocupação com a qualidade água são fatores que justificam o ressurgimento das espécies de peixes no principal rio do Meio-Oeste catarinense.

Apesar do avanço na despoluição da água, os especialistas alertam que ainda há muito para ser feito. O principal problema diz respeito ao saneamento básico. Das 27 cidades da Bacia Hidrográfica, somente Luzerna tem uma estação de tratamento de coleta e esgoto.

– A abundância de matéria orgânica no leito do rio é o problema mais preocupante. Não sabemos ainda precisar como a poluição prejudica o rio, mas o certo é que afeta em cadeia a biodiversidade – alerta o pesquisador Trevisol.




Francine Cadore
Diário Catarinense

terça-feira, 13 de abril de 2010

DENUNCIAR NÃO RESOLVE! E A HISTÓRIA SE REPETE...

Após denúncia formal, por escrito, realizada ao Samae de Içara, nenhuma providência foi tomada em relação à Retrans, empresa (ir)responsável pela coleta de lixo no município.


Mais uma vez, pode-se observar na sequência de fotos tiradas no mesmo local da denúncia anterior, o descaso da empresa no trato com o lixo.



A situação permanece E-X-A-T-A-M-E-N-T-E a mesma, apenas aguardando uma nova enxurrada.


A reportagem da Verde Natural já tentou por três vezes contato pessoal com o responsável pelo escritório da RETRANS em Içara e outras tantas vezes por telefone.



O denunciante junto ao Samae, que foi convidado para uma conversa pela própria RETRANS, desistiu do contato pelo mesmo motivo.


Que empresa é essa que não demonstra responsabilidade social, não tem respeito pelo cidadão, quiçá por regras e normas, além de não apresentar nenhuma contrapartida ambiental para a cidade?



Quanto ao Samae, que já possui uma denuncia formalizada em mãos e já deve ter conhecimento do descontentamento generalizado por parte dos munícipes pela falta de comprometimento pelos serviços prestados pela RETRANS, esperamos que alguma coisa seja feita!


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Morte dos carás ainda sem solução definitiva

Permanece a incerteza sobre a mortantade dos peixes em Içara. De acordo com o biólogo da Fundai, Ricardo Garcia, a análise das águas das lagoas estavam dentro dos padrões do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), tanto na Lagoa dos Esteves, quanto na Lagoa do Faxinal.



Após pré-análise biológica, ficou a suspeita de uma possível doença bacteriológica, pelas características dos sintomas apresentados pelos peixes: hemorragia interna, vermelhidão das nadadeiras peitoral e anal e a presença de um microcustáceo, parasita de peixes.

Esse microparasita é uma espécie exótica, mas já é comum em nossas lagoas e está presente em várias espécies de peixes. Não chega a ser considerado perigoso, salvo os casos em que é registrada uma superpopulação.

O que chama a atenção, é que de acordo com o veterinário da Epagri, não existe risco de contaminação humana no caso de ingestão da carne dos peixes.

Em todo caso, para ter um resultado definitivo sobre a causa da morte, é necessário realizar a coleta dos espécimes vivos e remetê-los para análise em Florianópolis, no laboratório da Ufsc.

No entanto, a questão burocrática está entravando a realização desse processo. Os exemplares devem ser levados vivos para Florianópolis, para isso devem ser tarrafeados. Mas para que isso ocorra, é necessária uma "autorização" do Ibama.

Enquanto isso, fazer o quê?

Fique ligado, o Verde Natural continuará buscando a definição do problema.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Alliance One em Araranguá

Alegria ambiental: Alliance One irá fomentar o plantio de fumo, uso de pesticidas, herbicidas e outros agentes nocivos decorrentes da cultura do tabaco.

Mais agricultores serão contaminados, mais córregos, nascentes e rios serão atingidos. Mais empregos serão gerados, mais brasileiros irão morrer saturando o sistema público de saúde e lucros assustadores serão remetidos para o exterior sem tributação.

Capivara aparece em Criciúma

A presença de um filhote de capivara confirma a sensível melhora na qualidade das águas naquela região. Por ser um animal no topo da cadeia biológica, geralmente só aparece quando as condições ambientais são favoráveis.

Isto é um bom indicador para toda a região carbonífera e para nós, aqui em Içara, cabe uma reflexão: Onde estão nossas matas ciliares, nossos cursos d’água, nossos córregos que um dia abrigaram animais desse porte.

O que será que aconteceu? Agricultura? Ocupação desordenada do solo? Urbanização? Faltou fiscalização...

Mais uma termoelétrica...

Amigo leitor, seria possível que a construção de uma termoelétrica que reaproveitasse os resíduos do carvão de baixa qualidade e o calcário conseguiria reduzir em mais de 90% as emissões atmosféricas? Isso é o que se propõe a Usitesc, termoelétrica que será construída em Treviso.

Seria um avanço a nível de primeiro mundo para a nossa região, tida como a que mais impactada pela extração mineral. Cinco mil empregos serão gerados, R$ 10,8 milhões em benfeitorias no município, enfim, bom para todo mundo.

E em Içara, será que não estaríamos com dificuldades para lidar com a questão da extração mineral?

Mais uma termoelétrica...

Amigo leitor, seria possível que a construção de uma termoelétrica que reaproveitasse os resíduos do carvão de baixa qualidade e o calcário conseguiria reduzir em mais de 90% as emissões atmosféricas? Isso é o que se propõe a Usitesc, termoelétrica que será construída em Treviso.
Seria um avanço a nível de primeiro mundo para a nossa região, tida como a que mais impactada pela extração mineral. Cinco mil empregos serão gerados, R$ 10,8 milhões em benfeitorias no município, enfim, bom para todo mundo.
E em Içara, será que não estaríamos com dificuldades para lidar com a questão da extração mineral?

terça-feira, 16 de março de 2010

Fique atento ao cronograma de vacinação contra a GRIPE A

O Ministério da Saúde divulgou o cronograma de imunização contra a gripe A (H1N1). Serão 83 milhões de doses da vacina. O governo estima imunizar 62 milhões de brasileiros. Confira o cronograma abaixo:

clique para ampliar


Veja a lista de doenças crônicas:


- Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
- Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
- Asmáticos (formas graves);
- Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
- Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
- Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
- Diabetes mellitus;
- Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
- Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
- Doença hematológica (hemoglobinopatias);
- Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
- Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
- Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 15 de março de 2010

Alerta Içara: GRUPO ESCOTEIRO PODE FECHAR AS PORTAS

O Grupo Escoteiro Djalma Escaravaco, com uma belíssima história de 36 anos ininterruptos de trabalho voluntário no município de Içara, está em vias de encerrar suas atividades por falta de apoio e participação.

Na tarde do último sábado (13), foi tomada a decisão de prorrogar o retorno das atividades para o mês de agosto.

Esse prazo de seis meses servirá para a derradeira tentativa de evitar o pior, ou seja, o fechamento formal do Grupo Escoteiro e o consequente procedimento burocrático para esse fim.

O Grupo sempre encontrou dificuldades para manter suas portas abertas para Içara pelo fato de ser um trabalho voluntário, de alta responsabilidade e que deve ser desempenhado por pessoas qualificadas.

Os últimos cinco anos foram desanimadores. A falta de envolvimento dos ex-membros, aliada ao descaso do sistema municipal de ensino, que enxerga o Escotismo como uma coisa menor e desnecessária, tornou insustentável a luta de meia dúzia de heróis, que tentam a todo peso manter o Grupo aberto.

O encerramento das atividades do Grupo Escoteiro não ocorreu antes, devido a um providencial convênio realizado com Sindicato da Indústria da Extração de Carvão de Santa Catarina - Siecesc, para recuperação da estrutura física da sede escoteira e aquisição de materiais para o desenvolvimento de atividades, já que em Içara, esse apoio jamais foi obtido.

Em comunidades mais conscientes, o envolvimento e o apoio do Poder Público ao Método Escoteiro é sólido e constante, visto que as pessoas percebem que a existência de um Grupo Escoteiro na cidade é um privilégio, haja visto que em todo o estado de Santa Catarina existem por volta de 100 grupos escoteiros.

Por três vezes apenas, ao longo de 36 anos, o Poder Público fez algo consistente pelo Grupo Escoteiro de Içara. No início da década de 80, ao ceder o terreno onde encontra-se a sede do grupo até os dias de hoje. Em 1988, ao terminar a estrutura física da sede e, por último, em 1996, quando equipou o Grupo para que os escoteiros pudessem participar de uma atividade estadual.

Esperamos que a comunidade de Içara se senbilize com a causa e evite que o pior aconteça.

Participe da resistência fazendo contato através dos seguintes canais:

quinta-feira, 11 de março de 2010

PÁSSAROS QUE VIVEM AO NOSSO LADO

A partir dessa semana o blog apresentará uma série chamada Pássaros que vivem ao nosso lado.

São pássaros, em sua maioria oriundos da Mata Atlântica, que correm risco de extinção, devido à caça e ao avanço da ocupação humana.

Vários deles podem ser observados em nossas casas e nas áreas urbanas.

A série abre com o Canário-do-Reino.

O canário (Serinus canaria), ou canário do reino, ou, popularmente, canarinho é um pequeno pássaro canoro, membro da família Fringillidae.


O nome canário-do-reino foi dado em oposição ao canário-da-terra-brasileiro, pois os canários eram levados por piratas e navegadores como presentes aos reis europeus.

É um pássaro com um comprimento total de 12,5 centímetros e com um comprimento de asa de 71 milímetros. A sua plumagem é geralmente amarelada com a parte inferior do ventre de cor clara.

As fêmeas têm uma coloração semelhante, mas mais acinzentada e menos brilhante.

O acasalamento ocorre entre Março e Junho dependendo das condições atmosféricas e a postura é de quatro a cinco ovos que têm um período de incubação de 15 dias.

O macho não colabora na incubação mas quando os juvenis nascem é solicitado a procurar alimento. Os juvenis com três semanas de idade são já capazes de voar, permanecendo ainda um certo tempo na tutela materna.

Ultimamente, observa-se que o canário-do-reino vem ganhando a briga por espaço com o pardal. Ainda perdendo na proximidade com o ser humano, onde o pardal ainda é imbatível.


Fonte: Abril - É o bicho garotada!

LHS assina decreto para reorganizar a Fatma

Medidas servirão para o fortalecimento do desenvolvimento socioambiental nas atividades desenvolvidas pela FATMA

O até então governador do Estado de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, assinou três decretos que consolidam o processo de reorganização da Fundação do Meio Ambiente (FATMA), com o objetivo de promover maior transparência e eficiência em suas ações, dando maior segurança ao empreendedor e ao meio ambiente.

As assinaturas contemplam o Novo Rito de Licenciamento, o Novo Rito de Fiscalização, a cessão de área com a finalidade de construção da estrutura física do novo laboratório da FATMA, com a presença do Diretor Presidente e do Presidente do Conselho do Sapiens Parque, e a criação dos Corredores Ecológicos de Chapecó e de Timbó.

Nessa etapa de mudanças, a ênfase é nos procedimentos de licenciamento e de fiscalização. Também começam a surgir medidas com o objetivo de impulsionar setores econômicos para uma atuação no âmbito da chamada “economia verde”.


Fonte: Fatma

segunda-feira, 8 de março de 2010

Espécies ameaçam mares do Brasil

A costa brasileira abriga pelo menos nove espécies vindas de outros oceanos e que ameaçam a biodiversidade nos mares em 12 Estados do país, aponta o primeiro levantamento desse tipo já feito no Brasil.

As invasoras são prejudiciais à biodiversidade porque competem com as nativas por espaço, luz ou alimento. Várias delas podem prejudicar a economia.

O molusco Isognomon bicolor, encontrado do Rio Grande do Norte até Santa Catarina, se incrusta em cascos de embarcações (aumentando o peso da estrutura e o gasto de combustível), em plataformas de petróleo (podendo causar corrosões e entupir tubulações) e em boias (elas ficam mais pesadas e têm maior dificuldade de flutuar).

Em outros casos, o impacto é mais localizado. O siri Charybdis hellerii, presente em Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, pode concorrer com espécies nativas e diminuir a população de crustáceos vendidos para consumo humano.


A ascídia Styela plicata, encontrada na Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, pode afetar a produção de alguns moluscos e, por se grudar em estruturas, aumenta os custos de limpeza.

O mexilhão Myoforceps aristatus, detectado no Rio de Janeiro, em São Paulo e Santa Catarina, danifica outros moluscos, e, por isso, podem causar “grande prejuízo” para a indústria de cultivo de vieiras (um tipo de molusco).

Prevenção

Para prevenir a entrada dessas espécies no litoral brasileiro, o estudo sugere uma articulação do governo federal, através de seus vários ministérios, com empresas privadas e de capital misto – particularmente dos setores de energia, saneamento e abastecimento, navegação marítima e portuária. Isso porque essas companhias são as mais afetadas pelos invasores.

Outra sugestão é fazer a instalação e manutenção permanente de um sistema de informação para diagnóstico, monitoramento e alerta precoce de introdução de espécies invasoras marinhas. Essa estrutura, recomendam os autores, deve ser acompanhada de maior controle das fronteiras.


Fonte: Envolverde

sexta-feira, 5 de março de 2010

TROCA DE ÓLEO ECOLÓGICA

Jet Oil ainda é uma novidade em nossa região, muita gente nem sabe do que se trata.

Consiste, basicamente, em um sistema onde uma bomba injeta o produto direto no motor do seu carro.


Essa bomba injetora está conectada a um galão de 200 litros de óleo, ou seja, além de reduzir o preço final do serviço, acaba com a inconveniente embalagem plástica no meio ambiente.


Ao realizar a troca de óleo do seu carro opte pelo sistema Jet Oil. Aqui em Içara você encontra disponível no Posto Ipiranga do Arilton, às margens da SC-444.


quarta-feira, 3 de março de 2010

Terremto no Chile pode ter encurtado os dias na Terra

O terremoto de magnitude 8,8 que aconteceu no Chile no sábado (27), deve ter encurtado a duração de cada dia na Terra, calcula a Nasa (agência espacial norte-americana).

A alteração calculada é de cerca de 1,26 microssegundos (um microssegundo equivale a um milionésimo de segundo).

Usando um modelo complexo, Richard Gross, cientista do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, na Califórnia, e seus colegas, calcularam também que a rotação da Terra foi alterada como resultado do terremoto, porque o eixo de massa da Terra se moveu.

A alteração do eixo de rotação é estimada em 2,7 miliarcsegundos --por volta de 8 centímetros, ou 3 polegadas.

É em torno desse eixo que a massa do planeta é equilibrada. Os cientistas não se referem ao eixo Norte-Sul, que tem uma diferença de cerca de 10 metros.



Fonte: Folha Online